O valor do saber - Paulo Freire

Em um rio de difícil travessia, havia um barqueiro que levava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

Companheiro, você entende de leis?
Não. Responde o barqueiro.
E o advogado compadecido:
É uma pena. Você perdeu a metade da vida!
A professora muito social entra na conversa:
Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
Também não. Responde o remador.
Que pena! - Condói-se a mestra. - Você perdeu metade da vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e que virará o barco.
O barqueiro preocupado pergunta:
Vocês sabem nadar?

Não! Responderam eles rapidamente.
Então que pena. - Conclui o barqueiro.
Vocês perderam toda a vida!

"Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes."

Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tem contato.
Tal qual nossa história, você poderá equivocar-se!
Portanto adote, exercite, medite e pratique: a humildade!

sexta 06 janeiro 2012 09:46


Enquanto isso, no coorporativo...

"Com todo respeito, gosto dessa época. A gente se aproveita das pessoas e elas nem percebem. Chegamos mais tarde, saímos mais cedo e tudo continua lindo!"

Vai entender!

sexta 23 dezembro 2011 14:18


O Estranho

Bem, aqui estou eu diante de mim, e de mais quem quiser estar.

Acordo, ligo o rádio, escovo os dentes, toco minha guitarra imaginária, divago...

Sigo meu caminho, divago mais um pouco e, dentre umas e outras, penso e concluo: Tudo tem cara do que é, quando deixa de ter, se torna estranho.

As pessoas tem os nomes que combinam consigo, os cachorros tem a cara e, normalmente, a personalidade dos seus donos.
As crianças parecem com seus pais, até o jeito de se comportarem ou na forma de se comunicarem. Se for diferente, é estranho.
As cores que usamos, o que nos cativa, os amigos que temos. Se for diferente, é estranho.

Como cheguei nesse pensamento? Hum... deixa pra lá, talvez eu entre nesse detalhe um dia, mas darei uma dica, vejo gente estranha o tempo todo.

segunda 21 novembro 2011 08:45


E hoje alguém me contou que...

"A paciência é uma virtude, exceto quando se trata de separar os inconvenientes. "

Faz todo o sentido, acreditar ou não, é outra história. Mas divaguei...

 

quinta 06 outubro 2011 19:41


Ressucitando...

Blog de entrevirgulas :Parafraseando entre os fragmentos do mundo , Ressucitando...

Bom dia! Essa é mais um tentativa de ressucitar esse "negócio" que todos chamam de blog. Por que mais uma tentativa? É simples de explicar, dá um olhada no intervalo de tempo entre um post e outro, se estiver ocioso, dá mais uma olhada na data que do penúltimo post, agora repare que dia é hoje. Respondido?
Pois bem, o motivo de tudo isso é simples, não tenho tempo para atualizar isso, - você deve estar pensando "tanta gente mesmo com suas obrigações consegue, o que faz ser tão 'especial' por não conseguir?"- Ok, confesso, o 'problema' não é só esse, explico a seguir.
O que me "breca" não é só a escassez de tempo, algo mais do que isso, a necessidade de viver o real, sentir, ver, interpretar, tocar a alma (e deixar-me tocar), expliquei? Acho que ainda não...
Tentarei ser mais clara, pode parecer "antigo" vindo de uma pessoa no auge dos seus vinte e poucos anos e profissional de comunicação, no entanto, devo admitir: tenho dificuldades em expressar-me por aqui, o porquê é mais simples ainda: não consigo trazer para cá o "calor" do presente, o cheiro, os olhos, a vida, sem antes contar para o papel.
Confesso que sou adepta ao papel e caneta, não que não use um note (ou qualquer outra coisa que me conecte ao "ciberespaço") mas só o papel e a caneta conseguem arrancar-me o que vem de dentro, aquilo que é real (talvez isso explique a minha paixão em coleciornar canetas - elas me inspiram, de forma que nenhum teclado consegue atingir esse meu ápice de prazer).
Sim, tenho vinte e poucos anos, embora o discurso pareça de alguém que tenha curtido a adolescência ao som de Elvis, sem jamais pensar que ele viria a falecer anos depois. Mas não, acredite, ainda era "recém-nascida" quando surgiram os "caras pintadas" e mais, não cheguei a usar o Cruzeiro nas minhas compras (na época não tinha a menos noção do que era "compra", achava que as coisas brotavam das mãos dos meus pais).

Certa de que expliquei (até mais do que deveria), despeço-me... ainda com a esperança de que manterei esse "treco" vivo.

 

 

 

segunda 19 setembro 2011 06:31


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